Entre tantas paixões e amores um continua inabalável desde minha adolescência, quando ouvi pela primeira vez o baixo ao fundo desse ritmo mágico e cadenciado, que é o Reggae em sua essência. Nasci em Belém do Pará, então nada estranho, já que os ritmos que lideram por lá são esses mesmo os caribenhos, africanos e indigenas resultando em uma miscegenação de ritmos, aliás, meu pai adorava merengue, o ritmo, não a guloseima rsrsrs....Eu estava preparada ouvi a voz de Jah e sou fiel a ele desde então, e lá se vão 30 anos acompanhando tudo que se passa no universo Rastafari. Tenho muito orgulho desse meu lado reggaeira, sempre fui conhecida como a filha de Jah ou filha do Rasta, nicks que sempre usei na internet. Em agradecimento a tudo de bom que recebo de Jah resolvi reuni tudo o que a ele se refere em especial dou destaque a Robert Nesta Marley, cujas composições, sua biografia, enfim selou de vez esse pacto de amor que tenho com o Reggae. Quando meus filhos e amigos comungam comigo desse amor incondicional que tenho pela Jamaica, pela África e sua história de dor e preconceito, lágrimas me vêm aos olhos, saber que através de mim, outros estão tendo a oportunidade de conhecer, amar e respeitar os Rastas no sentindo mais amplo da palavra. Jah!!!

Rastafari I yeahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Elsy Myrian Pantoja

Uma Filha de Jah

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domingo, 4 de outubro de 2009

Black Uhuru


Da segunda geração do Reggae, o Black Uhuru pode ser considerada a banda de maior sucesso da época. Manteve a qualidade musical durante toda a sua história, apesar de diversas alterações em sua formação. Primeira banda de reggae a ganhar um Grammy, pelo álbum "Anthem", de 1983, o Black Uhuru foi, de acordo com o livro "Reggae: The Rough Guide", "a banda de reggae mais dinâmica e progressiva dos anos setenta e do começo dos anos oitenta" .

O nome Black Uhuru vem da palavra de Swahili, que significa "liberdade". A banda foi formada em 1973, no distrito de Waterhouse, de Kingston, por Ervin "Don Carlos" Spencer, Rudolph "Garth" Dennis e Derrick "Duckie" Simpson. Quando o grupo começou a se deparar com dificuldades de experiências vivenciadas por um contrato de registro, Spencer partiu para uma carreira solo e Dennis se juntou ao Wailing Souls. Simpson permaneceu, e esteve presente na evolução do Black Uhuru, reorganizando a banda com Errol "Jay" Wilson e com o vocalista Michael Rose, além de Sly Dunbar na bateria, e Robbie Shakespeare no baixo. O décimo-quinto álbum do Black Uhuru, "Love Crisis" lançado em 1977, incluiu o hit, "I Love King Selassie". Três anos depois, o álbum foi remixado e relançado como "Black Sounds Of Freedom". Com a inclusão de Sandra "Puma" Jones, uma mulher afro-americana que fazia parte do grupo feminino Mama Africa, o Black Uhuru entrou no mais próspero período comercial de sua carreira. Além de gravar o álbum "Red" num estúdio memorável, e o sensacional disco ao vivo, "Tear It Up", o grupo atingiu o auge com o lançamento de "Anthem" em 1983. Remixado e revisado para lançamento nos Estados Unidos, a versão refeita foi relançada na Europa, logo em seguida. Embora o álbum tenha ganho um Grammy, problemas internos causaram a separação da banda no ano seguinte. Rose foi substituído por Junior Reid. Jones e Reid continuaram com a banda até 1989. Mais tarde, embora Reid tenha deixado a banda, quando problemas visuais lhe impediram de viajar, Puma Jones, (substituída por Olefunke) foi forçada a parar depois de contrair um câncer. Ela morreu no dia 28 de janeiro de 1990 e foi enterrada em sua própria casa, na Carolina do Sul.
Os três membros originais - Simpson, Spencer e Dennis - reuniram-se para gravar o álbum "Now", em 1990. Eles continuaram viajando e tocando com essa formação.
Derrick "Duckie" Simpson

Michael Rose

Sandra "Puma" Jones

Discografia:

Red - 1981

Ultimate Collection - 2000

Sinsemilla - 1980

Now - 1990

Now DUB - 1990

Revolutionary Sounds

Chill Out - 1982

Guess Who’s Coming to Dinner

The Dub Factor - 1983

Liberation - 1993

Unification - 1998

Iron Storm - 1991

Tear It Up - Live - 1982

Brutal Dub - 1986

Iron Storm Dub - 1992

Brutal - 1986

Strongg Dub - 1994

Positive - 1987

Mystical Truth Dub - 1993

Positive DUB - 1987

Strongg - 1994

Ras Portraits - 1997

Reggae Greats - 1985

Anthem - 1983

Love Dub - 1990

Mystical Truth - 1993

Black Sounds of Freedom - 1981

Dynasty - 2001

In Dub - 2001

Brutal

Live 84 - 2000

What Is Life-An Introduction

Love Crisis

Showcase - 1979

Black Uhuru - 1980

Guess Who’s Coming To Dinner - 1983

Universal Masters

Dubbin’ It Live - 2001

Live in San Diego 93

Live in New York 88
 
Fonte de Pesquisa Cultura reggae.com
Nossas postagens são feitas através de pesquisas na Internet, dando os devidos créditos de origem. Aceitamos colaboração e sugestão através do email: elsymyrian@hotmail.com

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