Entre tantas paixões e amores um continua inabalável desde minha adolescência, quando ouvi pela primeira vez o baixo ao fundo desse ritmo mágico e cadenciado, que é o Reggae em sua essência. Nasci em Belém do Pará, então nada estranho, já que os ritmos que lideram por lá são esses mesmo os caribenhos, africanos e indigenas resultando em uma miscegenação de ritmos, aliás, meu pai adorava merengue, o ritmo, não a guloseima rsrsrs....Eu estava preparada ouvi a voz de Jah e sou fiel a ele desde então, e lá se vão 30 anos acompanhando tudo que se passa no universo Rastafari. Tenho muito orgulho desse meu lado reggaeira, sempre fui conhecida como a filha de Jah ou filha do Rasta, nicks que sempre usei na internet. Em agradecimento a tudo de bom que recebo de Jah resolvi reuni tudo o que a ele se refere em especial dou destaque a Robert Nesta Marley, cujas composições, sua biografia, enfim selou de vez esse pacto de amor que tenho com o Reggae. Quando meus filhos e amigos comungam comigo desse amor incondicional que tenho pela Jamaica, pela África e sua história de dor e preconceito, lágrimas me vêm aos olhos, saber que através de mim, outros estão tendo a oportunidade de conhecer, amar e respeitar os Rastas no sentindo mais amplo da palavra. Jah!!!

Rastafari I yeahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Elsy Myrian Pantoja

Uma Filha de Jah

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domingo, 4 de abril de 2010

A História da Dança Afro



A dança afro surgiu no Brasil no período colonial, foi trazida por africanos retirados do seu país de origem para realizarem trabalho escravocrata em solo brasileiro. Esse estilo de dança foi registrada primeiramente na composição de religiões africanas e começou a se fortalecer em meados do século XIX com a ajuda dos tribos: sudaneses; bantos (dois povos situados em território africano) e os indígenas, que foram responsáveis pela criação do candomblé e de outros segmentos regionais que deram origem à dança dos caboclos e outros aspectos da cultura africana.

A diversidade de ritmos culturais existentes hoje, foi oriunda de uma miscigenação que desenvolveu a identidade cultural do Brasil. Ao longo dos anos a dança de origem africana começou a ser modelada e encaminhada a diferentes estados. A sua trajetória teve início com o fim da escravidão, e em meados dos anos 20 e 30 do século passado, os negros começam a migrar para o Rio de Janeiro deixando marcas do samba e umbanda (uma variação da religião afro brasileira, com influencias do Kardecismo que desenvolveu um novo modelo de entidade cristã denominada Exu), no estado que contribuiu com a fixação e a valorização de raízes da mestiçagem projetada no país.



Já nos anos 50 e 60 deste mesmo século, a crescente industrialização fez com que o povo que no início migrava para o Rio de Janeiro, desloca-se para São Paulo, consequentemente acabam divulgando e difundindo a cultura afro brasileira. Nos anos 70 com o movimento da contracultura, olhos são voltados para o nordeste, e a Bahia é redescoberta em diferentes setores culturais, o estado é finalmente visto como um ponto turístico de máxima importância para história brasileira, por ser formado basicamente pela cultura afro.

Depois que a umbanda alcançou um devido status, o candomblé tornou-se referência e a dança passa a ser visualizada de maneira marginalizada, por estar quase sempre associada a uma adoração de deuses africanos. Esse quadro tende a ser modificado um pouco quando a dança africana recebe características decorrente dos estudos da bailarina e antropóloga negra norte americana Katherine Dunca, finalmente a dança começa a ter uma receptividade popular diferente, recebendo até variações que conhecemos hoje, e é denominada como ballet negro ou afro.

A sociedade vive um momento de transformação na cultura negra, hoje ela não é só valorizada por ser de origem afro descendente, como também é reconhecida por uma questão de identidade histórica que consolidou o processo de miscigenação do país. Atualmente os projetos de fortalecimento dessa cultura como o Ilê aiyê, Akomabu, Abanjá, e Male de Balê, são amplamente conhecidos, por trabalhar com jovens que visam ser inseridos na sociedade para combater a discriminação racial, e para divulgar cada vez mais a cultura que construiu parte desse país.

Texto e imagens na íntegra no Blog http://gustavojhunior.blogspot.com/














6 comentários:

  1. Querida amiga, vim parabenizar seu lindo blog e dizer que o que aconteceu foi apenas o reconhecimento pelo seu trabalho!!! Foi merecido e você merece essa escalada para o suceso!!!
    Deus abençõe o dia em que nos "conhecemos"!!!
    Deixo meu carinho e admiração!!!
    Bjssssss

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  2. adoro a cultura afro ta beleza essa historia


    debora lima costa
    macajuba bahia

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  3. boa tarde venho te dar os parabens pela materia acima postada e venhor tambem dizer que sou um estudande de dança afro e eu estou precisanto de mataeras,conteudos de dança afro e quero saber se a vossa pessoa poderia me fornece tais assuntos?? desde ja muito obrigado

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  4. boa tarde venhor aqui no seu blog de da os parabens pelo assunto acima descrito e saber se a vossa pessoa poderia doar pra mim mais informações sobre a dança afro??desde ja digo que sou muito grato pela a sua atenção ....
    contato:negokaypora@hotmail.com/eneiascapoeira@hotmail.com

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  5. muito bom o seu blog achei tudo o que precisava para o meu trabalho. parabens

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  6. Adorei muito este texto

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